Matéria da Marinha do Brasil sobre Jogos de Guerra.


Figura disponível em: https://www.marinha.mil.br/agenciadenoticias/jogos-de-guerra-simulam-possiveis-cenarios-de-conflito-e-incertezas

No dia 17 de agosto a Marinha do Brasil, por meio da Agência Marinha de Notícias, divulgou uma matéria sob o titulo "Jogos de Guerra simulam possíveis cenários de conflito e incertezas", que pode ser lido em https://www.marinha.mil.br/agenciadenoticias/jogos-de-guerra-simulam-possiveis-cenarios-de-conflito-e-incertezas. Nesse artigo é mencionada importância do uso dos Jogos de Guerra no atual mundo em que vivemos, bem como aborda o Centro de Jogos de Guerra da Marinha do Brasil.

Além disso, cita o meu livro "Desvendando os Jogos de Guerra: uma introdução no assunto", o que é um motivo de orgulho e felicidade em ser reconhecido por uma instituição tão relevante na Defesa do nosso país, conforme podemos ver a seguir:


"Os mais eficientes e eficazes em realizar Jogos de Guerra conseguem enfrentar melhor os problemas e os possíveis adversários, seja no ambiente militar, político ou privado. Essa conclusão é do Capitão de Mar e Guerra Alexandre Tito dos Santos Xavier, da Marinha do Brasil (MB), autor de “Desvendando os Jogos de Guerra”, publicado em fevereiro deste ano e único livro nacional sobre Jogos de Guerra profissionais militares. Na publicação, o autor destaca que não se deve confundir os Jogos de Guerra com exercícios táticos militares simulando um cenário de conflitos entre oponentes, ou com jogos de simulação computacional. “Os JG têm a sua aplicabilidade também no meio civil, seja para elaboração de políticas públicas, combate a pandemias, competição no mundo empresarial, planejamentos por parte de agências governamentais, universidades, dentre outras aplicações”, afirma. Segundo o Capitão de Mar e Guerra Tito, para além de uma simulação de guerra em ambiente virtual, os Jogos de Guerra são preparados para estimular o planejamento conjunto, a análise de uma conjuntura político-estratégica e aprimorar o processo de tomada de decisão em situações de crise. A aplicação é mais difundida no meio militar, entretanto empresas e acadêmicos, por exemplo, também podem se apropriar desse conhecimento. [...] Dentre as vantagens dos JG para o País estão a economia de recursos financeiros, explorar decisões ousadas sem a perda de vidas humanas, contribuir para fazer frente a cenários futuros e entender os erros de cenários passados, contribuir para o aprimoramento dos analistas de inteligência e do trabalho em equipe. O Capitão de Mar e Guerra Tito explica que o JG é uma ciência que permite ao seu usuário simular um cenário fictício, hipotético ou não, para analisar possíveis desdobramentos, deficiências e conflitos de interesses. “Ao seu término, o usuário poderá antecipar outros cenários que deverão ser investigados ou apresentar tendências, auxiliando no processo decisório do mundo real. O JG requer experiência e uma certa dose de imaginação racional relacionada ao problema que se deseja investigar ou analisar, bem como a um planejamento que se queira testar”, explica. [...] Em sua conclusão no livro, o Capitão de Mar e Guerra Tito destaca que, “no cenário atual de conflitos que estamos vivendo, é fundamental o apoio da área de educação, por meio do desenvolvimento de cursos universitários sobre Jogos de Guerra, visando criar, aumentar e aperfeiçoar os estudiosos brasileiros do tema, civis e militares, fomentando, assim, o desenvolvimento de uma mentalidade do uso dos JG no Brasil, bem como formando especialistas no assunto”.


Maiores detalhes sobre o livro podem ser obtidos em: https://www.atitoxavier.com/post/lançamento-do-livro-desvendando-os-jogos-de-guerra-um-introdução-no-assunto .

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